Avisos, Encontros & Eventos

Convite GPIM – 25/10

Convidamos a todos para a reunião do GPIM – Grupo de Pesquisa em Imagens Midiáticas (Uniso/CNPq) que ocorrerá na próxima quinta-feira (25/10).

As discussões iniciais são baseadas no texto “Sobre o hipoícone”, do livro Aulas de semiótica Peirceana (DRIGO, M.O.; SOUZA, L.C.P.; São Paulo: Annablume, 2013, p. 87-105).

Em seguida, os mestrandos apresentarão o estado atual de suas pesquisas. Aparecida Matilde Haddad palestrará sobre “A infografia enquanto diagrama”, enquanto Luís Roberto Albano Bueno da Silva apresenta sobre “O hipoícone nas dez classes de signos: a semiose vista por meio de gráficos”.

O encontro ocorrerá das 14h às 16h no Anfiteatro da Biblioteca na Universidade de Sorocaba, campus Cidade Universitária – Aldo Vannucchi.

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Resenhas

Resenha: Desaplanar

A obra de Nick Sousanis, concebida como tese de doutorado em educação na Universidade de Columbia, EUA, é singular não apenas em seu pensamento, mas também em sua execução. Produzida utilizando o formato dos quadrinhos americanos (comics), Desaplanar (2017 – Editora Veneta, 208 páginas) rompe com os padrões da academia e questiona o papel prioritário do texto na transmissão de conhecimento. Ao mesmo tempo, é uma viagem pelo pensamento de seu autor, pela história da produção científica humana e pelos desafios da educação que não perde em nada para os melhores quadrinhos americanos.

 

Para ler a resenha completa por Andre Santos, acesse a Revista Tríade v. 6 n. 11.

Revista Tríade

Tríade – Outras Perspectivas está no ar!

Neste número da revista Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia, referente à segunda edição de 2018, diferentemente das edições anteriores da revista, decidimos entregar aos nossos leitores uma multiplicidade de teorias, vozes, objetos e inquietações. Afinal comunicar é mais que informar, é também deformar, desconstruir, multiplicar, provocar inquietações. Essa multiplicidade que acreditamos ser a característica mesma dos estudos no campo da
comunicação.
Este volume da Tríade traz em seu sumário dez instigantes reflexões em forma de artigo e uma resenha crítica. Feita, como já dito anteriormente, apenas de “Outras perspectivas”, o convite à leitura começa pela reflexão trazida por Dominique Gay-Silvestre, catedrática emérita de civilización hispanoamericana, professora da Universidade de Limoges, acerca da arte-terapia aplicada a índios do Canadá e Quebec em El arte(terapia) como resiliencia: el caso de los internados de indios em Canada y Quebec. E então, contagiado por essa leitura, o leitor vai ao encontro das reflexões sobre a questão do corpo, agora como discurso, em Corpos em desafi(n)o: sujeito e sentido na rede, por Newton Guilherme Vale Carrozza e Debora Cristine Ribeiro. Também como discurso é lida a Amazônia via ONGS em Amazônia e o poder simbólico das ONGS Transnacionais: análise dos sentidos discursivos nos textos institucionais do Greenpeace e WWF, por Jonas da Silva Gomes Júnior.
A multiplicidade ainda avança, convidando-nos a pensar sobre manifestações na rede, na esteira de Da sociedade em rede de cabos, para a mobilidade dos devices: perspectivas a partir da pesquisa TIC Domicílios por Moisés Cardoso, Tarcis Prado Junior e Franco Iacomini Junior; Estética do engajamento do Itaú na #instamission38 por Larissa Neves Araújo e Regina Gomes Souza em Voz na web: construções ideológicas e representatividade em vlogs LGBT+ no Brasil por Tomaz Affonso Penner.
É nesse conjunto de fios difusos que também se inserem discussões como a de Guilherme Profeta, que nos apresenta em Padrões discursivos na narrativa jornalística do New York Times sobre refugiados: uma abordagem baseada em corpus a crise de refugiados como uma questão sociogeográfica sobre mobilidade humana que excede fronteiras; e a de Luis Felipe Vieira de Abreu sobre o pensamento semiótico e comunicacional de Barthes em Roland Barthes contra Roland Barthes: o signo, da semiologia à semioclastia.
É também da multiplicidade de vozes e gêneros que o artigoAnálise semiótica da vinheta da telenovela ‘Verdades secretas’ de Geórgia Mattos e Tarcyanie Cajueiro Santos apresenta reflexões sobre a produção de sentidos na mídia televisiva. Finalizamos esta edição com a resenha de Rodolfo Medeiros Schian que nos apresenta criticamente o volume do historiador da arte alemão Hans Belting, Antropologia da Imagem.
Luciana Coutinho Pagliarini de Souza
Editora Chefe
Rodrigo Fontanari
Editor Executivo
Cronogramas, Encontros & Eventos

Cronograma de Atividades do GPIM: 2o Semestre de 2018

Todos encontros acontecem às quintas-feiras, das 14h às 16h.

Data Tema Apresentação
27 de setembro Ver e rever a pesquisa
Fotografia
Mestrando Rodolfo Schian
BELTING. “Antropologia da Imagem

Me. Andre Santos
SOUSANIS. “Desaplanar”

25 de outubro Sobre o hipoícone

 

Ver e rever a pesquisa

DRIGO; SOUZA. “Aulas de semiótica peirceana”

Mestranda Aparecida Matilde Haddad. “A infografia enquanto diagrama”

Mestrando Luís Roberto Albano Bueno da Silva. “Os hipoícones nas dez classes de signos”

29 de novembro Ver e rever a pesquisa

Comunicação e moda: análise semiótica de figurinos, roupas e vestimentas

Mestranda Jéssica. “Moda e Comunicação: a construção da imagem da ex-presidente Dilma Rousseff”

Mestranda Carla Vichi. “O potencial de sentidos dos figurinos de Raimunda, no filme Volver de Almodóvar”.

 

Avisos

Universidade de Sorocaba suspenderá atividades no dia 28/05

As atividades acadêmicas e administrativas estarão suspensas na Uniso nesta segunda-feira (dia 28), em todos os períodos, devido aos problemas de transporte gerados pela paralisação do abastecimento de combustível. Assim que houver nova decisão sobre o retorno das atividades informaremos a todos.

A reunião do GPIM marcada para a tarde do mesmo dia foi suspensa, uma nova data será divulgada assim que a situação for normalizada.

Fonte
Encontros & Eventos

O XII EPECOM está com inscrições abertas

Evento organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba (UNISO) e colaboração do Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da ECA-USP.

Com o tema Cinema e produção audiovisual, o XII Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultura (EPECOM), da Universidade de Sorocaba, convida pesquisadores, incluindo mestrandos e doutorandos, a refletir sobre a seguinte questão: Que tipo de experiência oferece o cinema e o audiovisual ao espectador, com suas imagens e sons que se tornam atraentes e legíveis, a ponto de mobilizar afetos e celebrar valores, mais do que propiciar a manifestação de consciência crítica? Para tanto, considerando-se a multiplicidade de pontos de vista que essa pergunta suscita, sugerimos que as pesquisas contemplem dois deles: o primeiro seria o vinculado às metodologias de análise fílmica e de audiovisual e, o segundo, a interface entre cinema e educação.

Abordados como texto até por força de sua confluência com a literatura, os filmes e os produtos audiovisuais encontraram, nos aparatos metodológicos dos estudos narratológicos, instrumentais teóricos sólidos para análise fílmica, reforçados pelo linguistic turn e pelos estudos semiológicos. Pouco a pouco, esse método de abordagem cede lugar às mais variadas metodologias que não se ocupam unicamente da narratividade, mas dos aspectos plástico, estético, filosófico e psicanalítico. Considerando-se, enfim, que o filme e o audiovisual engendram um texto – daí a análise textual – que constroem significados com as estruturas narrativas – análise narratológica – que manipulam matérias plásticas e sonoras – o que solicita uma análise icônica – e que geram efeitos no espectador, requerendo, por sua vez, uma análise psicanalítica, fica o convite para uma reflexão sobre alcances e limites dessas várias metodologias.

De resto, sabe-se que o cinema e produtos audiovisuais incorporam uma dimensão educativa em seus mais variados gêneros, adquirindo um caráter formador, por serem vistos como arte ou entretenimento, mas também por constituírem em meios de formação de valores e de construção de novos olhares para o mundo. Assim, propõe-se uma reflexão sobre o cinema e a produção audiovisual, enquanto espaço educador não apenas pelos temas que contemplam, ou por serem em si mesmos constructos históricos, mas, sobretudo, por serem ambos imagens moventes e que assim guardam sintonia com o pensamento.

Levando-se em conta o tema do encontro e as linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura (Mestrado), são propostos oito grupos de trabalho, sendo que os seis primeiros envolvem as linhas de pesquisa Análise de Processos e Produtos Midiáticos e Mídias e Práticas Socioculturais, incluindo o cinema e audiovisual; e, quanto aos dois últimos, um trata do cinema como um produto midiático que requer diferentes metodologias de análise; o outro, investe no seu potencial de inserção na interface cinema/educação.

Quadro de datas

Data Atividade Observação
De 20/03/18 a 15/6/18 Submissão de trabalhos Utilize o template do evento e as diretrizes de formatação dos artigos.Para submeter um trabalho, envie o texto completo para: encontro2018@uniso.br (para participar do XII EPECOM) e encontrojr@uniso.br (para participar do 2˚ EPECOM Jr)
06/08/18 Resultado das Submissões Será divulgado no site do evento e por e-mail para os autores.
De 05/3/18 a 10/8/18 Inscrições com desconto Inscreva-se aqui.
De 11/8/18 a 14/09/18 Inscrições sem desconto Autores com trabalhos aceitos deverão efetuar a inscrição até 3/9/18 para garantir a publicação de seu texto completo nos Anais.
Texto retirado do hotsite do EPECOM.
Revista Tríade

Nova edição da Revista Tríade no ar!

 

Esta primeira edição da Tríade/2018 inaugura, em seu sexto ano de existência, a periodicidade quadrimestral. Os onze números publicados, a recente conquista da qualificação B2 da Capes atrelados ao compromisso com a manutenção da qualidade foram os fatores que determinaram esse salto. Tais fatores intensificaram a procura pela revista, de forma a darmos continuidade à temática do dossiê da última edição de 2017 sobre a Diversidade sexual, cultura e de gênero.

Este contexto tão candente é marcado por diversos, múltiplos, variados… enumeração que poderia ser tão mais sortida quanto as formas de “viver junto” na contemporaneidade.  Um tempo complexo, labiríntico em que toda certeza do pensamento lógico, dicotômico e linear, que opera sob a lógica da excludência, se desfaz.

Todo o idealismo do uno não tem mais lugar. É preciso aceitar o diverso. Mais do que aceitar, é necessário aprender a “viver junto”. Isto é, a coabitar sem que as singularidades do outro sejam excluídas ou excludentes. Ao contrário, que essa diversidade seja ela mesma a razão de acolhimento para construção de um espaço sociocultural sólido, em que o simples de estar junto, não retire nenhuma liberdade individual do outro. Um espaço em que a palavra diferença não recua, mas é tida, ao mesmo tempo, como objeto do pensamento e princípio da natureza.

Nesta edição em que acolhemos outros múltiplos olhares sobre as diversidades, a relação entre a aparência e o potencial político das mulheres transexuais é tema de Políticas da imagem fotográfica em “Elas, Madalenas”: subjetivação e desidentificação de mulheres trans de Angela Cristina Salgueiro Marques e Marco Aurélio Máximo Prado. Também a valorização da estética como ato político se verifica na Publicidade Tombamento: expressões da “geração tombamento” em anúncios contraintuitivos para o empoderamento de negras e negros brasileiros, por Angelica M. Souza, Francisco Leite e Leandro Leonardo Batista.

A violência contra a mulher é discutida em Corpos, agressões e textos verbo-visuais: a violência contra a mulher que desliza entre as capas da revista Tpm e do jornal Super Notícia por Barbara Lopes Caldeira, Vanessa Costa Trindade e Elton Antunes.

Adriana Agostini e Juliana Rocha Franco apresentam reflexões sobre a forma como a midiatização das diversidades sexuais orientaria ou influenciaria as práticas sociais em Mídia, alteridade e o rosto do outro: de L-Word a Zanele Muholi.

Em Corpo, mídia e identidade de gênero, Mônica Ferreira Cassana apresenta resultados de investigação acerca das formas de subjetivação perceptíveis no discurso dos sujeitos transexuais no arquivo jornalístico/midiático.

Finalmente, as representações midiáticas sobre a homossexualidade configuram pretextos para Robéria Nádia Araújo Nascimento pensar o lugar da sexualidade nas igrejas cristãs em A Igreja Inclusiva e a (Re) Construção de Identidades Religiosas: Vivências e Subjetividades de Adeptos Homossexuais.

A seção Outras perspectivas contempla a memória como temática.   Barbara Heller e Priscila F. Perazzo apresentam estudos da memória realizados pelo Núcleo Memórias do ABC, da Universidade Municipal São Caetano do Sul (USCS) e Antonio Hélio Junqueira, com Imagem e memória: uma perspectiva bergsoniana no estudo da recepção da telenovela “Velho Chico”, enfatiza o agenciamento da memória como umas estratégias no modo do fazer teleficcional seriado brasileiro contemporâneo.

Reservamos para o fim participações especiais neste número da Tríade. O ensaio de abertura Literatura e cultura publicitária: de Macondo ao planeta Coca-Cola do professor da ESPM/USP, João Anzanello Carrascoza, e a entrevista Jornalismo Literário: Encontrando o Mágico no Mundano, concedida pelo professor PhD John S. Bak, da Universidade de Lorraine, em Nancy/França. Ambos participaram como conferencistas, respectivamente, do XI Encontro de Pesquisadores de Comunicação e Cultura e I Encontro Internacional de Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba, em 2017, e deixaram registros dessa passagem os quais temos o prazer de compartilhar com vocês, leitores.

Luciana Coutinho Pagliarini de Souza
Editora Chefe

Rodrigo Fontanari
Editor Executivo

Paulo Celso da Silva e Wilton Garcia
Organizadores do Dossiê

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